26/01/2010

Fanzine Legend of Arrow de Danilo Mariano

Legend of Arrow é um fanzine do Danilo Mariano aonde vamos divulgar aqui no blog a sinopse da historia é:

A história se passa no mundo de fantasia FREYA, misto de magia e tecnologia. No vilarejo APPLE, mora um garoto chamado KAI, muito trabalhador, porém um tanto pervertido e por conta dessa sua forte atração por mulheres, ao ver suas 3 professoras-magas despidas, ele foi amaldiçoado de forma diferente por cada uma delas: a cada fase da Lua, KAI se torna um temido monstro, um mago ou um fofinho...texugo!!! Agora KAI segue em uma jornada pelo mundo de FREYA, á fim de encontrar a cura de suas maldições, armado somente com o ARCO E FLECHA VEDAS, herdado de seu pai adotivo. Durante a jornada TUDO acontece!!!


 

Se você ficou interessado em ver ou ler Legend of Arrow entre no Deviantart do Danilo aqui nesse link.

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23/11/2009

Indústria de Manga do Japão em queda... é isso mesmo?

manga

A indústria de manga no Japão enfrenta uma grande crise, com uma queda significativa nas suas vendas globais e uma queda vertiginosa nas vendas das suas revistas de mangá que sugerem que a mudança pode ser necessária mais cedo ou mais tarde, se a indústria está a prender o seu declínio.

Weekly Shonen Jump é um caso em questão - carro-chefe da editora Shueisha que já vendeu 6 milhões de cópias a cada semana em 1995 (tempos de Dragon Ball), que agora vende menos que a metade, para 2,8 milhões hoje em dia. A análise sugere o mesmo padrão em outras revistas do setor.

Abaixo está à tabela das vendas de 2009 com versus dos anos anteriores:

manga

Veja mais no Toyokeizai.

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08/11/2009

Desenhando com Yoshihiro Togashi e Takehiko Inoue

Togashi Yoshihiro, nascido em 26 de abril de 1966, em Yamagata, é um mangaka japonês. E ele é melhor conhecido como o criador da série de anime e mangá Yu Yu Hakusho e Hunter x Hunter. De acordo com a revista Shonen Jump, Togashi recebeu em 1987, pela história Ookami nanti kowakunai!, seu primeiro trabalho como profissional, o Prêmio Tezuka. Tezuka, que foi nomeado a partir de Osamu Tezuka, o criador de Astro Boy, é o prêmio concedido a artistas de quadrinhos mais influente do Japão.

A seguir veja Takehiko Inoue desenhando Vagabond...

Takehiko Inoue, nascido em 12 de Janeiro de 1967, Kyushu, Japão. É um artista de mangá. Entre suas obras mais conhecidas estão Slam Dunk e Vagabond.

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29/10/2009

Pode-se ensinar ou aprender a fazer quadrinhos?

manga

Pode-se ensinar ou aprender a fazer quadrinhos? Creio que toda pessoa possuidora de um tempero artístico, com um mínimo de habilidade para desenha, pode chegar se este for seu desejo, através de esforços e persistência a compreender, assimilar, aprender e interpretar as técnicas de realização gráfica das historias em quadrinhos em qualquer um de seus diversos gêneros.

Para o desenhista iniciante, deve-se copiar ou “inventar”? É comum a preocupação com esta questão, como se copiar fotos ou traços de outros autores limitasse a capacidade criativa ou com se o ato de “inventar” a historia toda lhe desse mais mérito aproximando o do gênio criativo. Na verdade, mesmo que pareça o contrario nada é realmente “inventado”. Tudo o que o desenhista imagina, seja ele profissional ou não, parte de uma referencia. Pode ser uma lembrança, uma recordação inconsciente, uma experiência de vida, um aprendizado, a referência sempre esta lá, mesmo no trabalho mais desconexo e surreal. Tudo não passa de uma combinação criada a partir de conhecimentos reais arquivados na memória.

manga

No caso dos desenhistas principiantes, deve-se sempre usar referências, porque é muito mais fácil ver uma bicicleta e desenhá-la, em vez de tentar ”inverta-la”. Copiar e analisar imagens são o alimento indispensável de que necessita a memória visual do desenhista. Com o tempo, sua habilidade já plenamente exercida e desenvolvida lhe permitirá criar sobre essas referências dentro de um estilo próprio, podemos até mesmo subverter tudo o que aprendeu, ele pode transformar a bicicleta, por exemplo, num gato de pelos verdes. Tudo dependerá de seu talento e criatividade.

Uma dica importante para o desenvolvimento do traço é manter um arquivo de referências. Para isso, não é necessário comprar livros caros. Recortar fotos e ilustrações de pessoais, animais, veículos, prédios, vestimentas típicas, lugares, enfim, toda e qualquer informação visual que facilite a criação desse arquivo. Colecionando no correr dos anos, devidamente catalogados e arquivados, esse material sempre poderá ser útil.

manga

Com relação ao material de desenho, não adianta comprar lápis importado, tintas caras, papel especial, pincéis de pêlo de marta, borrachas refinadas, pois o que vale não é o material de desenho, e sim a mão que o utiliza.

O bom desenhista de nível profissional é capaz de fazer maravilhas com uma caneta esferográfica comum, desenhar paisagens magníficas com um lápis escolar mal apontado, sobre um papel ordinário, do tipo que se usa para embrulhar pacotes. Claro o bom matéria é sempre útil e de extrema importância num trabalho serio, mas é o talento que faz a diferencia a si faz.

Adaptado do livro “La técnica Del Comic” de Josep Deá

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16/09/2009

O por que as editoras e editores brasileiros pensam que mangá só é ter olhos grandes?

mangá brasileiro

Qual é a diferencia entre o mangá japonês e o brasileiro e por que os editores e desenhista brasileiros acham que mangá e só ter olhos grandes, linha de ação, anatopeias grandes e por que precisa convida estilistas para dar dicas de moda sobre roupas jovens para que o leitor venha se envolver com a revista no caso da Luluzinha teen será que isso ajuda mesmo? Acho que não.

E com tudo isso as historias parecem se robotizadas não passa emoção alguma para o leitor nem boa e nem ruim, alguém se lembra quando o Comics era moda no Brasil, editoras só criaram historias com personagens musculosos, com nomes americanos, cenários parecidos com Nova York e com heróis com roupas que escondia sua real personalidade e quem viu o mangá Akira de Katsuhiro Otomo pela editora Globo com as capas feitas por desenhista brasileiros que realmente tirou todo o brilho do manga com essas mudanças "tomara que a Panini relança Akira aqui no Brasil" e hoje em dia que está na moda é o Mangá o quadrinho Japonês que encantas varias pessoais no mundo todo com suas historias de amizades, esforços e vitorias empolgantes no finais das sagas, mas tudo isso não servil de inspiração para editores, roteiristas e desenhistas brasileiros que realmente só estão interessado no dinheiro que vão ganhar no momento e ainda todo esse povo teimam em estampa em suas publicações a frase Em estilo mangá como nesse exemplo abaixo.

mangá brasileiro
{ Um exemplo só com as capas dessas publicaçoes brasileiras de quadrinho em estilo mangá, mas não em estilo mangá e sim em traço mangá por que de mangá não tem nada. }

Mas nada se compara com a revista que foi lançada no começo desse século aqui no Brasil como MANGÁ X publicado pela editora Escala foi um fiasco total criaram historias com traço mangá em suas histórias como Os Guerreiros de HA-Kan, A Mutação, O Samurai e Gagárgula que foi o pior de todos eles usaram os gestos mais comuns do mangá como Olhos grandes, Linha de ação, lutas mais não criaram o fundamental não só de uma mangá, mas ter uma boa historia envolvente como amizade, esforço e outros temperos básicos para uma boa historia, mas até que a Manga X teve um lado bom por ser umas das primeiras revista que chegou a tentar agita o mercado do mangá brasileiro já que também daquela época era muito fraco tendo só alguns fanzineiros amadores com alguns talentos que os profissionais não entendia nada de mangás.

mangá brasileiro

{ Duas páginas de Gagárgula que foi a pior entre as piores historias da antiga revista Manga X }

Não o estilo mangá “não é isso vejam e leiam” Akira, Dragon Ball, YuYu Hakusho, Love Hina e vários outros tem que ter emoção, sofrimento, alegria e vitoria por que o mangá também é só um termo para ser classificar historias em quadrinho japonesa, mas esse fenômeno que chamamos de Mangalização vem ocorrendo no Brasil com a veiculação do mangá, de modo que é difícil de classificar um quadrinho em estilo mangá criado em solo brasileiro mesmo com todas as características mais superficiais desde: olhos grandes, linhas de ação, as onomatopéias exageradas, e páginas em papel jornal, como no mangá japonês, caindo para uma denominação de mangá brasileiro – o que talvez não seja uma classificação exata, pois o mangá é antes de tudo cheio de signos do cotidiano do japonês como: preconceito, manias, reações, lendas e ect. Verdadeiras comunidades de eventos ligados a Animes e Mangás ocorrem todos os anos e cada vez mais cresce o número de fãs que criam fanzines ou baseados em sua série favorita ou histórias originais próprias. É um mercado alternativo na produção de quadrinhos que cresce constantemente, ainda melhorando e se refinando a cada ano, onde se podem encontrar idéias muito boas que só precisa de uma mão para incentivar como o site Desenhe e Publique e outros na Internet brasileira.

mangá brasileiro

{ Imagens da historia piloto do Naruto que teve os temperos de uma boa historia em estilo mangá }

Mas algumas pessoais podem fala que no Brasil também não tem conteúdos para criar historia que venha cativar o leitor brasileiro... quem disse? O que não falta é terma polêmicos no Rio de Janeiro e em São Paulo, política corrupta, Esporte como futebol, vôlei, basquete, o dia a dia nas escolas não quero dizer que só criando isso vamos fazer uma historia de sucesso, mas usamos isso como plano de fundo para que nossos personagens venham fazer a sua mágica e torce para que esse cenário venha mudar e chega num tempo aonde o quadrinho brasileiro venha fazer parte da cultura brasileira.

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30/08/2009

Dicas de Mangá com a nova integrante do site Virgínia Evaristo

Hayo,

Olá meu nome é Virgínia Evaristo, mas no mundo otaku sou conhecida como V-chan. Iniciei meu envolvimento com o mundo nipônico com os primeiros Tokusatsu da extinta Tv Manchete (Jaspion, Changeman e afins).

Com o passar dos anos além destes Live Actions, as animações foram introduzidas no mercado nacional e ganharam popularidade rapidamente. Nessa maré, eu embarquei no Meteoro de Pégasos e cia, aprendendo neste período a desenhar. Fui aprimorando meus conhecimentos no campo do desenho e cultura japonesa, até optar pelo curso de Artes Plásticas.

Durante minha graduação desenvolvi um estudo direcionado a formação do mangá, nome atribuído as histórias em quadrinhos japonesas. Ao longo deste trabalho estendi meu olhar à importância dada aos orientais à visualidade, principalmente se observarmos a formação de sua escrita.

A popularidade que este tipo de arte atingiu através de suas características visuais e temáticas propiciaram a formação de novos leitores e desenhistas nesta modalidade de arte/entretenimento no cenário mundial. Tal fato proporcionou a criação de um grupo de estudo dedicado ao desenho mangá durante o período de estágio realizado no CEFET-RJ.

A notoriedade do mangá desencadeou gradativamente no mercado editorial o desenvolvimento de material especializado e direcionado ao seu estudo. Contudo, a resultante brasileira estava limitada e dificilmente atendiam as necessidades daqueles que possuíam ínfimas habilidades na prática do desenho, em qualquer estilo. Observando esta resultante elaborei de forma clandestina e informal criamos um material próprio, apoiando-se em referências de artistas, livros e tutoriais para facilitar o método de aprendizado. Os assuntos apresentados são depurados em esquemas visuais para que a percepção visual seja exercitada e depurada sob diversos aspectos.

Através de um convite, iniciaremos a publicação de uma adaptação do material direcionado ao nosso grupo quinzenalmente no site do Desenhe e Publique. Nosso objetivo é desmistificar a concepção do ato de desenhar que nos foi atribuído nas escolas e aulas de arte. Valorizamos os bons desenhistas, e consideramos como tais, aqueles que por “dom” conseguem aguçar sua observação por condições próprias, e executar uma representação visual realista-naturalista. Em conseqüência eliminamos a possibilidade de formarmos novos desenhistas, criamos o mito do artista e limitamos a arte ao grande público. Esquecemo-nos que arte é uma criação humana e seguindo este pressuposto todos podemos nos inserir nos universos de criadores e expectadores.

O material apresentado nestes encontros virtuais destina-se a formar leitores e criadores em quadrinhos, e talvez, futuramente, abrir o espaço de outras instituições formais a aceitação não só do mangá, mas dos quadrinhos, e de outras imagens cotidianos como um instrumento passível a introdução de artes as massas. Vamos ao que interessa, nessas primeiras páginas trazemos ao leitor uma série de exerícios e textos de apresentação e desenvolvimento do desenho...

















Espero que todos acompanhem nossas publicações, enviem dúvidas, sugestões, críticas e desenhos para avaliação. Desde já agradeço a todos pela visita. V-chan (Virgínia Evaristo)
Meu contato: vchanroom@gmail.com
Meus endereços virtuais:
http://invchanroom.blogspot.com
http://vivith-chan.deviantart.com
http://genshiken-rj.deviantart.com

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02/08/2009

Uso de referencia fotográfica é uma parceira para a arte-final.

Inicialmente tendo nas mãos o roteiro a ser trabalhado das páginas que terá o mangá torna-se muito mais fácil de criar toda a ação das cenas em cada quadro e a diagramação nas páginas, Aí, passamos para uma frase em que vamos escolher o elenco da historia. Com o roteiro estudado, temos uma visão de como deverá ser o aspecto dos personagens, para uma definição melhor. Costumo recorrer a fotos de pessoas, personalidades, o que se encaixar melhor no tipo que pede o perfis dos personagens. O mesmo acontece com os cenários (casas, prédios, interiores, figurinos etc...), pois ás vezes torna-se muito complicado guardar estas imagens só na memória, da cabeça e não a do computador. Para isso é fundamental que o desenhista tenha um bom acevo de arquivos referências, fotográficos, coisa que só é conseguida com bastante tempo de pesquisa, coletando material em revistas de todos os tipos, livros, folhetos e por aí vai.

Manga
Essa imagem foi pega de referência do mangá Crazy Hunter de Bruno Alex.

Mas também é preciso dizer que o trabalho feito com referencias é apenas um auxílio para o desenhista. Antes disso é preciso que ele já tenha um bom domínio de traço, perspectivas, anatomia, caso contrário, o que até então vem a ser uma ajuda para o trabalho a ser criado, passa a jogar contra a gente, criando uma dependência para o desenhista, fazendo com que eles só consiga produzir a partir de referencias e mais referencias. Isso jamais pode acontecer. O desenhista é antes de tudo um criador de situações, emoções, climas e ambientações. As fotografias ou qualquer outro tipo de referencias tem que servir para as histórias em quadrinhos. Caso o material que se tenha em mãos não alcance o objetivo, é preciso que se adquire para que, então, chega à idéia planejada.

Para ter um bom resultado final em nossas HQs esse pode ser uma boa idéia, mas sem depender tanto delas.

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